TUUUDO E VC?

Enlouquecemos quando soubemos que teríamos que criar um blog. Nossa única relação com Sistemas Virtuais é orkut e msn. A dúvida: sobre o que a gente vai escrever? Depois de alguns neurônios perdidos, a solução: vamos falar do que a gente entende. Coisas básicas de garotas como nós: baladas, fofocas, meninos, música, novidades, moda, beleza, notícias. Aqui é praticamente um banheiro feminino, fiquem à vontade!

Tuesday, November 21, 2006

GUERRA NO IRAQUE
Há atentados ligados a al-Qaeda desde 1992, mas foi com os ataques de 11 de setembro contra os
Estados Unidos que a rede terrorista ficou mundialmente conhecida. Depois disso o Presidente Bush travou uma guerra contra o Iraque à procura do terrorista Osama Bin Laden e de supostas armas de destruição em massa que estariam escondidas no Oriente Médio.
Não há atentados identificados da al-Qaeda dentro do território dos Estados Unidos desde os
atentados de 11 de setembro de 2001. Na conclusão de vários atentados a trens urbanos de Madrid em 11 de março de 2004, um jornal de Londres relatou ter recebido um e-mail de um grupo afiliado à al-Qaeda, assumindo a responsabilidade e um vídeo assumindo a responsabilidade também foi achado.
Também se acredita que a al-Qaeda esteja envolvida nas
explosões de 7 de julho de 2005 em Londres, uma série de atentados no trânsito urbano em Londres que mataram 56 pessoas. Um grupo previamente desconhecido denominado "A Organização Secreta da al-Qaeda na Europa" fez uma declaração se responsabilizando. Entretanto, a autenticidade desta declaração e a ligação do grupo com a al-Qaeda não foi identificada de maneira independente. Um grupo aparentemente desconecto conseguiu refazer este atentado mais tarde naquele mês, mas suas bombas falharam em detonar.
Nas palavras do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a guerra do Iraque já terminou faz tempo. Durou apenas 42 dias - entre março e abril de 2003 -custou a vida de alguns poucos soldados, e deixou um saldo de 7.312 civis iraquianos mortos. Para o restante do mundo, porém, os números são outros. A invasão do Iraque completou três anos em 18 de março e mais uma vez manifestações pediram a retirada das tropas do país. Segundo dados oficiais os mortos na Guerra do Iraque chegam a 40 mil em 3 anos de guerra. Estima-se que 36 civis morrem por dia hoje no Iraque.

Thursday, November 02, 2006

VIOLÊNCIA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Filmes com cenas fortes de violência agradam cada vez mais e são facilmente digeridas pelo público. Em lugar de chocar-se, sentir a fundo esse choque, o público curte tranqüilamente essa intensidade de impacto. O filme agrada por criar esse clima de violência aparente, muito marcada pelo ritmo e pela dinâmica.
Isso agrada ao público, pois uma violência efetiva, que fosse sentida e vivenciada de fato, o afastaria do cinema. O que agrada ao telespectador é a encenação, o faz-de-conta da violência.
A valorização da violência como produto estético vendável já é uma prática enraizada nos media, mas encontra um dos seus melhores representantes no jornalismo sensacionalista. Utilizando-se de mecanismos de interação, regulação e remissão ao dia-a-dia do leitor/espectador, promove uma banalização e uma espetacularização da violência. Mixando a dor e o riso, o sensacionalismo mediático nutre-se da transformação da própria violência em forma usual de lazer e entretenimento.
Portador de uma linguagem própria, ágil e coloquial, o sensacionalismo oferece com desenvoltura as mais diversas cenas de violência, servidas ainda quentes no horário das refeições. Retratando fatos da vida cotidiana, essa violência de quintal adquire credibilidade exatamente devido a esta aproximação, pela identificação do espectador com a veracidade do que é retratado, aquilo que ele presenciou em sua casa, logo ali na esquina.
Matérias particularmente sangrentas e violentas do jornalismo sensacionalista despertam interesse pela sua própria crueldade. Diferente da violência verdadeiramente vivida, em que a emocionalidade da vivencia é incomparável à da TV. Além da violência está o campo do chamado “mau-gosto”, das apresentações incomodas, intragáveis, embaraçosas que chegam ao detestável e ao abominável. Aí termina o prazer. A violência atraente vira repulsa. No limite da violência está sua própria negação, a recusa, o esvaziamento.
Tornou-se comum o argumento de que, na era tecnológica pós-guerra, tenha havido um processo de desconcentração da violência, isto é, a passagem das formas de violência física para as de violência sutil; a chamada violência soft.
Essa violência constata-se no maquiamento que, com efeito, não bloqueia a sua percepção como violência. No que se refere à violência invisível, tem-se um fenômeno que, mesmo configurando-se como violência de fato, apaga-se enquanto tal por meio da mixagem a fatores culturais estabelecidos, como o humorismo, a fascinação e a indiferença. O processo envolve uma tal potencialização e banalização da estética da violência que culmina com o desaparecimento daquilo que é estetizado.
A invisibilização da violência envolve a questão dos media não como quarto poder, mas sim como único poder, pois eles são imunes a qualquer forma de controle seja ela por uma sociedade organizada ou pelo Estado. Através de seus produtos culturais como jornalismo e programas de auditórios, tal violência não deixa de figurar como uma violência dos produtos culturais, o que significa dizer dos próprios média.

Tuesday, September 26, 2006

A MÍDIA COMO ALTAR SACRIFICIAL
R. Girard ao estudar suas formas de controle, vê no sacrifício o recurso dominante desse controle, mostra que todo sacrifício segue a lógica da transferência das tensões sociais para a vítima sacrificial.
O corpo vem passando por uma profunda operação de virtualização – o corpo é sacrificado em sua concretude – e, com isso, o que ocorre é que o sacrifício passa a ser de outro tipo, provavelmente ainda maior e mais comum. E esse novo caráter do sacrifício expande-se em nossa sociedade de forma atentadora, sem encontrar barreiras aparentes talvez até mesmo porque o corpo que é sacrificado mudou de configuração/representação, dificultando talvez seu reconhecimento enquanto corpo sacrificado.
As discussões sobre a violência na mídia se atêm, em sua grande maioria, à análise dos temas considerados violentos, mantendo a discussão sobre a violência longe da dimensão da representação, da linguagem. A violência na mídia nos parece ser estrutural essencialmente, pois está presente na própria linguagem.
Poderíamos pensar que a vingança, nesse processo, apareça como a autodestruição da própria eficiência comunicativa do sistema – nunca se falou tanto, por meio de tantos canais, e nunca as pessoas se entenderam tão pouco; nunca os desentendimentos geraram tanta violência. Atualmente a vingança divina possui uma nova forma, de anestesia pré- implantada pelo uso da linguagem, essa que violenta.
Bru, Mamá, Marilia, Sarinha e Teti

Wednesday, September 06, 2006

O PÂNICO NA MÍDIA
Violência - uma das manifestações do pânico.

Malena Segura Contrera
(Universidade Mackenzie e PUC - S. Paulo - Brasil)
(Texto apresentado na COMPÓS – Congresso Nacional dos Programas de Comunicação do Brasil, em 1999)

Pânico e Violência

Estamos certos de que há algo de muito sintomático ocorrendo contemporaneamente nas mídias, algo que situamos como parte de um certo espírito do tempo que se assemelha e nos remete ao pânico.

Para citarmos os aspectos e dimensionarmos a complexidade desse fenômeno, lembramos: a apologia do virtual e uma decorrente crise das percepções concretas, uma incompetência contextual e a crise da conectividade, a síndrome da autoreferência e da saturação informativa e, enfim, a violência.

Para esta reflexão, escolhemos apresentar o tema da violência, estabelecendo a partir dele algumas relações que possam ao menos ajudar-nos a entender melhor o porquê da violência estar tão presente nas situações comunicativas das mídias contemporâneas. Nos jornais, na televisão, no cinema, em todas as instâncias, a violência se apresenta como uma obsessão temática.
Aqui, interessa-nos delimitar essa violência ressituando-a em nossa comunicação contemporânea, já que convém lembrar que a violência, como fenômeno em si, é tão antiga quanto a própria humanidade, o que muito competentemente nos mostra os estudos antropológicos e míticos que se debruçaram sobre essa questão. E de fato, tão arcaica e enraizada está a violência que somos tentados a pensar que ela justifica a base mesma da natureza humana.

Tuesday, August 29, 2006

TUDO E VOCÊ?
Inaugurando nosso blog!!! Sejam bem-vindos! Comentários, dúvidas, críticas, sugestões serão aceitos, só mantenham o nível!

BALADA
Domingo, dia 3 de setembro rola o Mack Folia.
Local: Estância Alto da Serra, Altura km 33 da Estrada Velha de Santos.
Com: Banda Eva, André Lelis, PataQuintera, Se Ativa e Do Nosso Jeito.
Informações: www.atrasdotrio.com.br

FOFOCAS
A querida das popozudas e glamurosas do país, Tati Quebra Barraco, foi mais uma vez notícia de todos os jornais e revistas do país, mas dessa vez não foi por quebrar mais um barraco, nem uma nova letra de funk. Na quinta feira, dia 24, a funkeira foi detida na Cidade de Deus, RJ, ao ser flagrada com um cigarro de maconha. Tati disse que foi vítima de discriminação: “Não tive culpa de nada, fui à Delegacia por livre e espontânea vontade. Não passou de um mal-entendido. Se eu não fosse favelada, isso não aconteceria”.
Ela foi encaminhada para o 32ª BPM e liberada à noite. Cometários? E precisa, o caso famosos+maconha é antigo, que o diga nosso gatíssimo Marcelo Anthony.

MENINOS
Se você ainda não viu o ensaio do maravilhoso ex-BBB Daniel Saullo no site Paparazzo, não sabe o que está perdendo. Ele pode não ter ganhado o prêmio, mas com certeza chamou nossa atenção. Sua amiga anda meio desanimada e deprimida? Mostra pra ela, ela te agradece depois. http://paparazzo.globo.com/PPZ/0,,ZF63-4155,00.html

MÚSICA
Teddy Geiger é um pivetinho de 17 anos que faz música de gente grande. Estourou agora, depois de participar do seriado “Love Monkey” do canal Sony como o cantor revelação Wayne. Lançou seu primeiro disco “Underage Thinking” em 2006. Teddy canta, toca, compõe e é lindo. Ficou curiosa? “For You I Will”, “These Walls” e “A Million Years” são algumas músicas do moço.

NOVIDADES
Estréia nos cinemas de todo país no dia primeiro de setembro “A Dama na Água”. Fracasso de bilheteria e crítica nos EUA, o filme merece uma chance por ser do mesmo diretor de “O Sexto Sentido” e “A Vila”, M. Night Shyamalan. O filme é uma adaptação de um conto de fadas que conta a história de uma moça misteriosa que é na verdade uma “narf”, uma espécie de ninfa, de uma história infantil épica, que está sendo perseguida por criaturas malignas que querem impedir que ela faça a perigosa viagem de volta do nosso mundo para aquele de onde veio. A criaturinha tem poderes especiais que revelam os destinos dos moradores do prédio em que ela mora. Ela encontra em um dos moradores um grande amigo, que vai tentar ajudá-la a voltar para casa, mas para isso ele terá de enfrentar os demônios que o seguiram até aqui. Com Paul Giamatti e Bryce Dallas Howard. Falem pra gente o que vocês acharam!

MODA
Cansada de gastar seu suado dinheiro em poucas peças, muito caras, que nem fazem volume no seu guarda roupa? Nós temos a solução! Selecionamos aqui as melhores pontas de estoque de SP, afinal, todo mundo pode se vestir bem sem gastar mais pra isso...
Guaraná Brasil: Alameda Araguaia – Alphaville. Fone: 5548-3815.
Daslu (sim, ecxiste!): Alameda Araguaia – Alphaville.
Nike Outlet: Rodovia Anchieta KM15,5, junto ao Extra Center Anchieta. Fone: 4368.6467.
Adidas Outlet: Rua Teodoro Sampaio, 958. Fone: 3082-1031.
Colcci: Avenida Cruzeiro do Sul, 1100 - Shopping D - Canindé - Zona norte. Fone: 6425-0555.
Ellus: Avenida das Nações Unidas, 22540 - Shopping SP Market. Fone: 5523-2777.
Rosa Chá: Rua Virgílio Carvalho Pinto, 57. Fone: 3082-3201.
Zoomp e Zapping: Avenida das Nações Unidas, 22540 - Shopping SP Market.
Juro que na próxima a gente coloca mais!

BELEZA
Sim meninas!!! Ela ecxiste!!! Chega de ficar horas secando o cabelo ou fazendo escova antes de fazer chapinha, a chapinha que alisa cabelos molhados chegou!
O fabricante da chapinha, batizada de “Ceramic Dry & Wet” diz que o segredo para que o cabelo seque sem “fritar” é um sistema de ventilação que retira a umidade enquanto a chapa de cerâmica alisa simultaneamente. Mais informações no site: http://www.polishop.com.br/is-bin/INTERSHOP.enfinity/eCS/Store/pt/-/BRC/Produto-Visualizar;sid=XWYOgTS5HWmk6XctdSgqkScVAs7PPqonlNI=?ProductID=0DqsExAkJxMAAAEHuWv8XXbo#descricao
Mas a gente avisa, o mimo sai caro: R$ 227,34.

NOTÍCIAS
Anda vendo o horário político? Ou você corre pra Internet assim que ele começa?
Então é bom começar a assistir, afinal, não adianta criticar os mensaleiros que você ajudou a eleger. Se o Brasil está uma merda a culpa também é sua! Lembra em quem votou na eleição passada? Então seja um eleitor consciente, faça sua parte!

Por enquanto é só, a gente volta na semana que vem com muito mais! BEIJOS!!!


Olá pessoal!!
Nosso blog vai retratar assuntos diversos, mas nosso enfoque irá ser mídia e pânico, esse é nosso tema do trabalho de teoria da mídia.
A mídia causa pânico nos telespectadores, como por exemplo nos meses de maio e junho em que o PCC atacou arredores do Mackenzie, a mídia causou extremo desconforto para os estudantes que estavam no Mack na hora dos atentados.E depois que a situação estava sob controle, percebemos que a mídia tinha extrapolado e causado mais terror.
Portanto, temos que tomar cuidado com o que vemos e ouvimos pois a mídia pode aumentar os fatos e causar consequências desagradáveis.
Sarah